sexta-feira, 6 de maio de 2011

150 minutos de atividades físicas por semana

Fazer 150 minutos semanais de exercícios físicos moderados pode reduzir o risco de câncer de mama e cólon, de acordo com as novas recomendações globais em atividades físicas divulgadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em fevereiro deste ano.

“A atividade física tem um papel importante na redução de incidência de certos tipos de câncer", aponta o dr. Ala Alwan, diretor-geral assistente da OMS para Doenças Não-Transmissíveis e Saúde Mental. "O sedentarismo é o quarto principal fator de risco para todas as mortes no mundo, sendo que 31% da população mundial é sedentária". Em 2008, quase 460 mil mulheres morreram de câncer de mama, enquanto cerca de 610 mil homens e mulheres morreram de câncer colorretal.

As novas recomendações aconselham, para pessoas acima de 18 anos, um mínimo de 150 minutos semanais de exercício aeróbico de intensidade moderada. Isso pode reduzir o risco de doenças não-transmissíveis, incluindo câncer de mama e de cólon, diabetes e doenças cardiovasculares. Para pessoas entre 5 e 17 anos, pelo menos 60 minutos de atividade física moderada a vigorosa podem proteger a saúde e, assim, reduzir o risco dessas doenças.

De acordo com a OMS, o sedentarismo está associado a 3,2 milhões de mortes por ano e a mais de 670 mil mortes prematuras (pessoas com menos de 60 anos).

Fonte: OMS

quinta-feira, 3 de março de 2011

Alongar ou não, eis a questão

Fazer alongamento antes de iniciar uma corrida não evita a ocorrência de lesões musculares. Pelo menos é o que diz uma pesquisa da Universidade de Washington, nos EUA, que analisou os efeitos da corrida tanto em pessoas que não se alongam quanto em outras, que fazem os exercícios.
O estudo contou com três mil voluntários, que corriam menos de 16 km por semana. Durante três meses, metade deles se alongava por até cinco minutos antes da atividade física. O restante correu sem se alongar. Nos dois grupos, a proporção de atletas que sofreu lesões foi parecida: 16% do total.
O ortopedista especializado em trauma do esporte Dr. Luis Fernando Funchal pondera: embora a pesquisa mostre que, para lesões de corrida, o alongamento não tenha influência, aquecer-se pode trazer outros benefícios.


Fonte: O dia (RJ)